O Espírito Materno das Divindades

– Parte II do LU
1ª) O Espírito Materno do Universo Local

Quando instintivamente fazemos o sinal da cruz, evocamos: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!” Quem já andou questionando alguma vez: ” – Se existe o Pai e o Filho, quem seria o Espírito Santo?” Esta dúvida foi para mim, uma das revelações mais incríveis feitas exclusivamente pelo LU, principalmente quando este foi publicado em 1955.

Por que a ICAR jamais quis admitir a natureza feminina da Trindade? O machismo estabelecido nessa instituição sempre foi um assunto questionável por vários de seus fiéis. Tanto que entre outras causas que revoltou vários povos de outras nações (Alemanha, Inglaterra, entre outras) fazendo surgir a Reforma Protestante, com Lutero e depois Calvino.

Outra dúvida que sempre surge ao lermos o Novo Testamento: Por quê Doze Apóstolos (só machos?).
Na verdade, segundo o LU, Jesus convidou também as mulheres a formar seu grupo de apostolado. Mas devido as leis judaicas daquela época elas não podiam assumir posto algum em sinagogas ou em rituais religiosos devido ao claro machismo vigente pelos “senhores dos templos”. E para não provocar ainda mais os sacerdotes, evidentes opositores de seu Ministério, Jesus preferiu de forma inteligente que elas poderiam ajudar ainda mais levando, através da sua prática messiânica (grupos de mães de família ou apóstolas voluntárias), sua palavra principalmente às pequenas comunidades (próximas e longínquas).

Com o decorrer dos séculos seguintes (anos 200 até os anos 500 d.C.) o crescimento da comunidade cristã se tornariam o motivo da preocupação do Império Romano, forçando seu Imperador a adotar o Cristianismo como religião oficial Romana, daí a denominação adotada pela ICAR. Mas claro que a partir dos anos 40 d.C, tudo isso não aconteceu assim tranquilamente. Muitos cristãos foram mortos em: fogueiras, em circos por leões, em massacres. E os que escaparam tiveram que se exilar na Ásia ou em ilhas distantes do poder judaico ou romano.

Talvez uma tentativa de mudança nesse sentido, lá por volta do séculos quinze ou dezesseis, tenha sido admitir a criação de algumas ordens missionárias femininas, mas “puxando a brasa para sua sardinha” ao ter canonizado apenas algumas freiras.

Tantas mulheres não-religiosas já realizaram tantas obras de caridade em Urantia. Quando será que acontecerá uma santa “pecadora”. Acho que nem Maria Madalena escapou coitada! Talvez quiçá uma Sta Angelina Jolie, entre tantas? De repente, …

Sobre a importância das mulheres no Plano que nosso líder Universal (JESUS) as incluía como nossos irmãos, o Livro de Urantia nos revela resumidamente que: “assim que um dos Filhos de Deus é designado para comandar um Universo Local, juntamente com ele, uma Mãe Divina, pertencente aos Espíritos Divinos (ou Espiritos Mestres), se voluntaria para ser sua consorte e juntos formarem uma miríade de Filhos de Deus dos Universos Locais para comandarem as missões que o Pai Eterno (DEUS) lhes destinarão.”

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